um dia uma musica na saudade do fado
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segunda-feira, 24 de maio de 2010
quarta-feira, 21 de abril de 2010
quinta-feira, 15 de abril de 2010
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
vidas passadas
Aos 26 anos, Franklin decidiu atingir a "perfeição moral" e estabeleceu um plano para as treze virtudes que ele considerava essenciais, que eram:
1 - TEMPERANÇA "Não coma demasiadamente; não beba até embriaguez."
2 - SILÊNCIO "Não diga nada além daquilo que beneficie outros ou você mesmo; evite conversas tolas."
3 - ORDEM "Mantenha todas as coisas em seus devidos lugares; faça com que cada parte de seu negócio tenha o seu próprio tempo."
4 - RESOLUÇÃO "Decida realizar aquilo que você quer; realize sem erro o que você resolver."
5 - SOBRIEDADE "Não tenha despesas além daquelas que proporcionarão o bem aos outros ou a você mesmo, isto é, não desperdice nada."
6 - DILIGÊNCIA "Não perca tempo; esteja sempre ocupado com algo útil; elimine todas as tarefas desnecessárias."
7 - SINCERIDADE "Não cometa fraude; pense inocentemente e com justiça; e, se você falar, fale verdadeiramente."
8 - JUSTIÇA "Não erre, prejudicando os outros ou omitindo os benefícios que são de sua obrigação."
9 - MODERAÇÃO "Evite extremismos; não fira os outros, apesar de achar que mereçam."
10 - LIMPEZA "Não tolere sujeira no corpo, roupa ou habitação."
11 - TRANQÜILIDADE "Não fique nervoso por ninharias ou com acidentes comuns e inevitáveis."
12 - MODÉSTIA "Dê vital importância apenas a saúde e o bem-estar; evite a estupidez, fraqueza e as coisas que possam prejudicar você e os outros."
13 - HUMILDADE "Imite Jesus Cristo e Sócrates."
O Projeto do Auto-Aperfeiçoamento
1 - TEMPERANÇA "Não coma demasiadamente; não beba até embriaguez."
2 - SILÊNCIO "Não diga nada além daquilo que beneficie outros ou você mesmo; evite conversas tolas."
3 - ORDEM "Mantenha todas as coisas em seus devidos lugares; faça com que cada parte de seu negócio tenha o seu próprio tempo."
4 - RESOLUÇÃO "Decida realizar aquilo que você quer; realize sem erro o que você resolver."
5 - SOBRIEDADE "Não tenha despesas além daquelas que proporcionarão o bem aos outros ou a você mesmo, isto é, não desperdice nada."
6 - DILIGÊNCIA "Não perca tempo; esteja sempre ocupado com algo útil; elimine todas as tarefas desnecessárias."
7 - SINCERIDADE "Não cometa fraude; pense inocentemente e com justiça; e, se você falar, fale verdadeiramente."
8 - JUSTIÇA "Não erre, prejudicando os outros ou omitindo os benefícios que são de sua obrigação."
9 - MODERAÇÃO "Evite extremismos; não fira os outros, apesar de achar que mereçam."
10 - LIMPEZA "Não tolere sujeira no corpo, roupa ou habitação."
11 - TRANQÜILIDADE "Não fique nervoso por ninharias ou com acidentes comuns e inevitáveis."
12 - MODÉSTIA "Dê vital importância apenas a saúde e o bem-estar; evite a estupidez, fraqueza e as coisas que possam prejudicar você e os outros."
13 - HUMILDADE "Imite Jesus Cristo e Sócrates."
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
terça-feira, 27 de outubro de 2009
sábado, 24 de outubro de 2009
domingo, 13 de setembro de 2009
terça-feira, 25 de agosto de 2009
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
sexta-feira, 19 de junho de 2009
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Poema Zen:
"Um dia podemos descobrir que toda viagem é, de algum modo uma peregrinação em busca de algum lugar que é o coração do viajante. Seu destino é sua realidade interior. Mas faz parte do ritual a busca de lugares distantes, onde seu coração sempre vai desejoso de um encontro que nem sempre acontece."
domingo, 10 de maio de 2009
SE TE QUERES MATAR
Álvaro de Campos
| Se te queres matar, por que não te queres matar? Ah, aproveita! que eu, que tanto amo a morte e a vida, Se ousasse matar-me, também me mataria... Ah, se ousares, ousa! De que te serve o quadro sucessivo das imagens externas A que chamamos o mundo? A cinematografia das horas representadas Por atores de convenções e poses determinadas, O circo policromo do nosso dinamismo sem fím? De que te serve o teu mundo interior que desconheces? Talvez, matando-te, o conheças finalmente... Talvez, acabando, comeces... E, de qualquer forma, se te cansa seres, Ah, cansa-te nobremente, E não cantes, como eu, a vida por bebedeira, Não saúdes como eu a morte em literatura! Fazes falta? Ó sombra fútil chamada gente! Ninguém faz falta; não fazes falta a ninguém... Sem ti correrá tudo sem ti. Talvez seja pior para outros existires que matares-te... Talvez peses mais durando, que deixando de durar... A mágoa dos outros?... Tens remorso adiantado De que te chorem? Descansa: pouco te chorarão... O impulso vital apaga as lágrimas pouco a pouco, Quando não são de coisas nossas, Quando são do que acontece aos outros, sobretudo a morte, Porque é coisa depois da qual nada acontece aos outros... Primeiro é a angústia, a surpresa da vinda Do mistério e da falta da tua vida falada... Depois o horror do caixão visível e material, E os homens de preto que exercem a profissão de estar ali. Depois a família a velar, inconsolável e contando anedotas, Lamentando a pena de teres morrido, E tu mera causa ocasional daquela carpidação, Tu verdadeiramente morto, muito mais morto que calculas... Muito mais morto aqui que calculas, Mesmo que estejas muito mais vivo além... Depois a trágica retirada para o jazigo ou a cova, E depois o princípio da morte da tua memória. Há primeiro em todos um alívio Da tragédia um pouco maçadora de teres morrido... Depois a conversa aligeira-se quotidianamente, E a vida de todos os dias retoma o seu dia... Depois, lentamente esqueceste. Só és lembrado em duas datas, aniversariamente: Quando faz anos que nasceste, quando faz anos que morreste. Mais nada, mais nada, absolutamente mais nada. Duas vezes no ano pensam em ti. Duas vezes no ano suspiram por ti os que te amaram, E uma ou outra vez suspiram se por acaso se fala em ti. Encara-te a frio, e encara a frio o que somos... Se queres matar-te, mata-te... Não tenhas escrúpulos morais, receios de inteligência! ... Que escrúpulos ou receios tem a mecânica da vida? Que escrúpulos químicos tem o impulso que gera As seivas, e a circulação do sangue, e o amor? Que memória dos outros tem o ritmo alegre da vida? Ah, pobre vaidade de carne e osso chamada homem. Não vês que não tens importância absolutamente nenhuma? És importante para ti, porque é a ti que te sentes. És tudo para ti, porque para ti és o universo, E o próprio universo e os outros Satélites da tua subjetividade objetiva. És importante para ti porque só tu és importante para ti. E se és assim, ó mito, não serão os outros assim? Tens, como Hamlet, o pavor do desconhecido? Mas o que é conhecido? O que é que tu conheces, Para que chames desconhecido a qualquer coisa em especial? Tens, como Falstaff, o amor gorduroso da vida? Se assim a amas materialmente, ama-a ainda mais materialmente, Torna-te parte carnal da terra e das coisas! Dispersa-te, sistema físico-químico De células noturnamente conscientes Pela noturna consciência da inconsciência dos corpos, Pelo grande cobertor não-cobrindo-nada das aparências, Pela relva e a erva da proliferação dos seres, Pela névoa atômica das coisas, Pelas paredes turbihonantes Do vácuo dinâmico do mundo... Álvaro de Campos, in "Poemas" Heterónimo de Fernando Pessoa |
domingo, 29 de março de 2009
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